quarta-feira, 14 de julho de 2010

terça-feira, 13 de julho de 2010

Dia do Rock

Hoje ainda é dia de rock
Sá, Rodrix & Guarabyra
Composição: Zé Rodrix
Eu tô doidin por uma viola
Mãe e pai, de doze cordas e quatro cristais
Pra eu poder tocar lá na cidade
Mãe e pai, esse meu blues de Minas Gerais
E o meu cateretê lá do Alabama
Mesmo que eu toque uma vezinha só
Eu descobri e acho que foi a tempo
Mãe e pai, que hoje ainda é dia de rock

Refrão

Eu tô doidin por um pianin
Mãe e pai, com caixa Leslie e amplificador
Pra eu poder tocar lá na cidade
Mãe e pai, um rockizinho para o meu amor
Depois formar a minha eletrobanda
Que vai deixar as outras no roncó
Eu descobri e acho que foi a tempo
Mãe e pai, que hoje ainda é dia de rock

Que hoje ainda é dia de rock
Que hoje ainda é dia de rock
Eu descobri olhando o milho verde
(eu descobri ouvindo a mula preta)
Mãe e pai que hoje ainda é dia de rock

sexta-feira, 9 de julho de 2010

quarta-feira, 7 de julho de 2010

20 anos sem Cazuza



Há exatos 20 anos, morria o cantor, compositor e ex-vocalista do Barão Vermelho, Cazuza. Polêmico e genial ao mesmo tempo, Cazuza foi sem sombra de dúvidas o mais brilhante letrista do rock brasileiro do anos 1980. Da sua geração, talvez Renato Russo (1960-1996) tenha sido o único "rival" à altura. O que não significa que aquela geração roqueira fosse carente de letristas, pois haviam outros letristas talentosos como Arnaldo Antunes, Herbert Vianna, Marcelo Nova, Humberto Gessinger entre outros.

Se como artista, Cazuza se tornou uma grande referência, o mesmo não se pode dizer da vida desregrada que levou. O Cazuza pessoa, era um garotão da classe média/alta carioca, bem nascido e criado sob todos os mimos e vontades da mãe e de uma pai ausente. Cazuza não tinha regra para nada, fazia o que desse na "telha", queria viver a vida a "mil por hora", como bem diz os versos de um canção do Lobão, "Decadence Avec Elegance": "é melhor viver dez anos a mil, do que mil anos a dez". O filme "Cazuza, O Tempo Não Pára" (2004), de Sandra Werneck e Walter Carvalho comprova isso.


No entanto, sua vida particular conturbada não invalida a sua obra como artista. Lembro-me que quando Cazuza deixou o Barão Vermelho, meses após as apresentações magistrais da banda na primeira edição do Rock in Rio, em janeiro de 1985, fiquei chateado, achei um absurdo e uma atitude oportunista de um "playboyzinho" sacana. Acreditava que ele teria usada o grupo como uma "plataforma de lançamento" para a sua carreira solo. Com tempo, percebi que foi uma atitude acertada, e foi bom para ele e para o Barão Vermelho. Cazuza pode expor todo o seu potencial como artista, através de letras cheias de fúria ( "Brasil", "Ideologia") ou de doçura ( "Faz Parte do Meu Show", Codinome Beija-Flor )

Em tempos em que o "mainstream" ( o que está na grande mídia, o que é comercial, popular ) do rock brasileiro vive a "Era Emo", onde a "choradeira" e a pobreza nas letras são constantes, artistas como Cazuza fazem falta. E muita falta, meu irmão.

sábado, 3 de julho de 2010

O dia em que D10S caiu de quatro



Um dia após a eliminação do Brasil na Copa do Mundo da África do Sul, foi a vez de mais um gigante do futebol sul-americano ser eliminado: a Argentina. A seleção comandada pelo técnico e símbolo maior do futebol argentino, Diego Maradona, levou um "chocolate" de 4 a 0 da Alemanha.

Pois é, como bem dizem os argentinos, "se Pelé é Rei, Maradona é 'Deus", Dios em espanhol, ou "D10S" para a a tal Igreja Maradoniana, um tetragrama usado pelos seus seguidores numa alusão ao D de Diego com o de Dios, e 10 número da camisa que o ex-craque usava.

Bem, de fato, o Pelé não é "D10S", mas pelo menos é um rei que nunca caiu de "4" numa Copa do Mundo.





O hexa ainda não foi desta vez