segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Depois do dinheiro na cueca, dinheiro na meia


"Ninguém segura este país!!!!" Em matéria de corrupção e malandragem política, somos uma "fonte" de criatividade. Há pouco tempo, num desses escândalos corriqueiros, um político corrúpto foi pego com dinheiro na cueca.

Agora, a mais nova moda em Brasília é dinheiro na meia, depois do mais novo escândalo de corrupção que envolveu o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM). Aliás, esse tem "larga experiência" em escândalos políticos. Quem não se lembra do escândalo do painel eletrônico do Senado, em 2001?

Vamos ver se nesse novo escândalo, o Arruda vai ser punido ou vai tudo acabar em "pizza".

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Bahia 360°


Acredite, esta charge eu postei no ano passado, no meu antigo blog, quando o Bahia encerrou a temporada do Brasileirão/2008, do jeito que começou: na 2ª divisão.
Neste ano, o Bahia encerra novamente o Brasileirão na 2ª divisão, mais uma vez fracassa no seu objetivo de voltar para a 1ª divisão. E essa "novela" já dura 6 anos.
Enquanto o outrora "esquadrão de aço" não volta à 1ª divisão do futebol brasileiro, resta aos torcedores do tricolor baiano relembrar as glórias do passado do seu clube e continuar justificando os fracassos atuais do Bahia com aquelas velhas e "mofadas" histórias de que o time tem "duas estrelas" no peito, tem mais de 40 títulos baianos, blá,blá,blá,blá,blá,bláblá...

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

"Amy Winehouse" - caricatura a lápis


"Elba Ramalho" - caricatura (estudo)


"Dilma Rousseff" - caricatura lápis


Apesar da Ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, ter uma aparência meio que de "general", cofesso que a carcatura que fiz dela, ficou séria demais. Mas valeu como exercício. Na próxima vez vou tentar dar uma melhor expressão, algo um pouco mais cômico sem com isso tirar o ar austero que ela tem.

domingo, 15 de novembro de 2009

Zico


Zico foi o maior camisa 10 que eu vi jogar, levando-se em conta que eu nasci na "Era Pelé", porém meu entendimento pelo futebol veio quando eu tinha 11 anos de idade, no início dos anos 1980, quando o "Rei do futebol" já havia pendurado as chuteiras.

Acredito que a própria imprensa esportiva deva achar que Zico foi de fato o maior camisa 10 após a "Era Pelé". Zico foi bom exemplo dentro e fora de campo. É difícil encontrar escândalos e polêmicas envolvendo o "Galinho de Quintino". Zico preservava a sua privacidade familiar como ninguém.

Na primeira metade dos anos 1980, o Flamengo vivia o melhor momento da sua existência, era uma verdadeira "máquina de futebol", e Zico era a grande estrela do time, que ainda contava com Júnior, Leandro, Adílio, Nunes entre outros. Gostava de ver o Flamengo jogar, apesar de eu ser gremista. Contudo eu detestava a torcida, achava muito arrogante fora que a Globo puxava o "saco" do rubro-negro carioca.

Zico rivalizava-se com Maradona, que estava começando a ascender no futebol internacional, quando ainda jogava no Boca Júniors. Muitos talvez achem que o Maradona foi melhor do que Zico, e acho que o fato do astro argentino ter ganho uma Copa do Mundo, pese muito na "balança". Mas acredito piamente que se o Brasil tivesse conquistado a Copa do Mundo de 1982 - pra mim a melhor seleção brasileira que vi jogar - Zico seria hoje melhor do que Maradona. Ao menos como exemplo de caráter, Zico foi melhor. Aliás, aquele mundial foi uma das maiores injustiças da história do futebol.

Mas segue aí uma singela homenagem ao "Camisa 10 da Gávea".

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Experimentações do fundo o baú

"S/título",(anos 1990), acrílico sobre papel, 10 X 10 cm.
Fazendo uma mexidas "arqueológicas" nas minhas tralhas em casa, acabei achando essas pinturas do tempo em que eu era estudante do curso de Artes Plásticas, da Universidade Federal da Bahia (UFBA). São experimentações feitas em pequenos tamanhos em papel canson.


"S/título" (década de 1990), acrílico sobre papel, 10 X 10 cm
As experimentações foram tentativas minhas de desenvolver uma pintura dentro de uma linha estética mais abstrata, com uma pincelada mais gestual, mais livre. Foi de uma certa maneira um desafio fazer algo dentro dessa linha, já que tradicionalmente sempre fiz trabalhos figurativos.
Das dezenas de pequenas pinturas que fiz naquela época, postei aqui três, cujo resultado, achei satisfatório, mesmo passados mais de 10 anos.

"S/título"(década de 1990), acrílico sobre papel, 11,08 X 10,00 cm






No tempo em que o "Inferno" era "Paraíso"

Arenoso, Salvador/BA , em 1979 - reconstiutição (2009). Nanquin e aquarela sobre papel

Nos anos 1970, vivi boa parte da minha infância num conjunto habitacional, no bairro do Cabula, aqui em "Atrasoterópolis" , mundialmente conhecida como Salvador. Conjunto bacana, ruas asfaltadas, água encanada, luz elétrica, rede telefônica, construções planejadas, todos os meus amigos alfabetizados, tudo na mais "santa harmonia".

Problemas fiananceiros forçaram a minha família a mudar de lá, em 1978. Foi então que fomos morar no bairro do Beiru, na época ( e ainda hoje ), muito marginalizado pela sociedade "atrasoteropolitana", taxado de "lugar de pobre", "favelado". Famílias de baixa renda, migravam para lá. O bairro, assim como outros, fazia parte do processo da explosão demográfica em que Salvador passava naquela época.

O local do bairro onde fomos morar, conhecido Arenoso, mais parecia um cidadezinha do interior. Não tinha água, não tinha, luz, não tinha rede telefônica, não tinha escola, não esgoto...nada. As famílias em sua maioria eram paupérrimas, algumas vindas do interior da Bahia, Sergipe, Pernambuco e Alagoas. As crianças, ao contrário dos meus amigos da minha antiga morada, eram analfabetas, barrigudas, de narizes sujos e escorridos.

Arenoso, Salvador/BA em 1979 - reconstituição (2009). Nanquin e aquerela sobre papel
Contudo, a localidade tinha uma coisa positiva: o contato com a natureza. Ali ainda havia um dos poucas propriedades rurais daquela região, o sitio São Bento. O sítio e a grande mata próxima, faziam-me acreditar que vivia no mundo fantástico de Monteiro Lobato, o "Sítio do Pica-Pau Amarelo". Eu me sentia o próprio Pedrinho. Mangueiras, jaqueiras, coqueiros, cajueiros, mangabeiras, rio de águas cristalinas e a brisa que soprava, eram os grande atrativos do lugar. A luz chegou um ano depois da nossa mudança, enquanto que a água encanada levou mais uma ano para chegar. Mas o ar interiorano se manteve.

Posto aqui duas ilustrações que dão uma idéia do que era o lugar naquela época. A casinha verde da primeira ilustração, onde eu e a minha família morávamos. O armazém de duas portas ao lado, era do meu pai, um dos pouquíssimos estabelecimentos comerciais do local. A segunda ilustração, é um ângulo contrário da primeira ilustração: é uma visão apartir da frente da casinha verde para a rua.
O tempo passou, o Beiru cresceu, mudou o seu nome para Tancredo Neves, e o Arenoso "emancipou-se", tornou-se praticamente um bairro independente. Deixei o Arenoso há 27 anos, e infelizmente, o lugar perdeu o seu encanto. As áreas verdes deram lugar a um "inchaço" populacional, e o que era paraíso, virou uma "sucursal do inferno", tornando-se um dos bairros mais violento de Salvador. Infelizmente, o tráfico de drogas tomou conta da localidade. A paz de outrora deu lugar ao medo. Uma pena.

domingo, 8 de novembro de 2009

"Mulher com Cesto na Cabeça" - pintura digital

Esta ilustração foi uma das que eu mais gostei de fazer. Na verdade foi um exercício para ter a prática do Photoshop, e ao mesmo tempo, um exercício de paciência. Da arte-final à colorização, fiz tudo no Photoshop. A única coisa feita manualmente, foi o desenho a lápis.
Confesso que a maneira que fiz a arte-final, foi meio maluca e cansativa, utilizando a ferramenta laço poligonal do Photoshop, preechendo os espaço com a cor preta. Foi a primeira e única vez que arte-finalizei dessa maneira. Prefiro fazer a arte-final manualmente.
De qualquer forma, o resultado final ficou muito bom, principalmente em se tratando que sou muito crítico nos trabalhos que faço.

Alice, a Lebre e o Chapeleiro Louco


Há uns dois anos fiz leitura pessoal de uma das cenas de "Alice no País das Maravinhas", em que Alice toma chá com a Lebre e o Chapeleiro Louco.
De autoria do escritor inglês Lewis Carroll (1832-1898), "Alice no País das Maravilhas" foi lançado em 1865, com as ilustrações do também inglês, o talentoso ilustrador John Tenniel (1820-1914).

Em 1951, os estúdios Disney lançaram o desenho animado de "Alice no País das Maravilhas", um verdaeira obra prima.
Em 2010, será lançado o filme, sob a direção de Tim Burton, e que certamente será um dos grandes sucessos de bilheteria.

sábado, 7 de novembro de 2009

Novo blog!!

"Lavadeira Ajoelhada" (2009), acrílico sobre tela, 40X60 cm

Depois de três anos, estou de blog novo. Asim como no blog antigo, neste irei postar desenho, charges, caricaturas, pinturas, e claro, os velhos comentários meio ácido que costumava fazer.

Espero que curtam este novo blog, e que ele tenha a mesma quantidade de acessos como no velho blog.