quarta-feira, 31 de julho de 2013

terça-feira, 30 de julho de 2013

segunda-feira, 29 de julho de 2013

30 anos da primeira Libertadores do Grêmio




Muito antes do "Eu Acredito" da torcida do Atlético Mineiro que comemorou na semana passada a tão desejada conquista da Libertadores, coisa que seu arquirrival, Cruzeiro, já havia feito duas vezes, ontem, há exatos 30 anos, uma outra torcida, esta tricolor, acreditava que o seu clube conquistaria a Taça Libertadores da América. A torcida gremista, acreditava que o Grêmio se tornaria campeão da Libertadores daquele ano.

Ontem, antes do jogo Grêmio X Fluminense, na Arena do Grêmio, em Porto Alegre/RS, pelo Brasileirão 2013,houve festa no estádio com a presença de alguns heróis do título de 1983 como o próprio Renato Portaluppi (hoje  técnico do Grêmio), Tarciso, Baideck entre outros como mostra a foto acima.

Em termos de conquistas, o Grêmio ainda vivia à sombra do rival Internacional que até aquele momento, tinha três campeonatos brasileiros no currículo (um deles invicto) graças ao timaço de Falcão e sua turma nos anos 1970. O Grêmio começava a despontar nacionalmente com a conquista do seu primeiro Brasileirão em 1981, e podia finalmente ter uma "estrela no peito". É bem verdade que o Inter tinha três.

Mas aí meu camarada, o Grêmio começou a pavimentar a sua conquista da Libertadores de 1983 ao ser vice-campeão brasileiro em 1982, ao perder o título para o Flamengo de Zico & CIA, time da grande maioria dos brasileiros e da Rede Globo. Eu, ainda um mero moleque, começava finalmente a ter o meu clube do coração, coisa que se iniciou no ano anterior ao conquistar o Brasileirão derrotando o São Paulo. O Grêmio perdeu o Brasileirão de 1982, mas carimbava o seu passaporte para a Libertadores do ano seguinte, onde faria história.

Vi alguns jogos da Libertadores na TV, numa época em que não havia TV a cabo e só dois clubes brasileiros iam pra Libertadores. Só a Globo transmitiu o campeonato e assim mesmo, a maioria foram os jogos do Flamengo. Mas não teve nada não. A coisa começou a engrenar depois que o Grêmio meteu 3 a 1 no Flamengo em pleno Maracanã, no Rio de Janeiro, no jogo da volta, no fim da 1ª fase. Foi ali que eu acreditei que o Grêmio poderia sim conquistar a Libertadores.

O Grêmio foi em frente, pegou pedreiras como o Estudiantes, da Argentina. Em La Plata, o Grêmio deu um vacilo (isso já acontecia naquela época) quando ganhava de 3 a 0 e deixou os argentinos empatarem. Mesmo assim, o Grêmio seguiu em frente e chegou à finalíssima.

A grande pedreira mesmo foi o finalista que o Grêmio iria pegar: o Peñarol. Lembro muito bem daquele time uruguaio, um timaço, aguerrido, valente e que jogava muito bem. Tinha a sua grande estrela, o Fernando Morena, “cracaço” de bola. Mas a gente tinha Renato Portaluppi, o camisa 7 goleador e que entraria naquele ano, no hall dos grandes ídolos da história do Grêmio.


Depois de um empate conquistado na unha, em Montevidéu, no Uruguai, a decisão final ficou para o Olímpico, em Porto Alegre. O jogo foi pegado, violento , até porque o Peñarol era a encarnação do futebol raçudo daquela região do Prata, e o Grêmio, era encarnação da futebol raçudo do sul brasileiro, o mais parecido com o dos argentinos e uruguaios aqui no Brasil.  Caio e César marcaram para o Grêmio, Morena marcou para o Peñarol. Naquele dia 28 de julho de 1983, o Grêmio levantou a taça e cravou no peito uma estrela que o Inter havia tentado e não conseguiu. O Grêmio repetiria a dose ao conquistar o bicampeonato em 1995, sob o comando do técnico Luiz Felipe Scolari, o "Felipão". 

Pra quem até 1980, só conquistava campeonatos estaduais, conquistar o Brasil (1981) e a América (1983) em pouco espaço de tempo foi um salto qualitativo impressionante, não? Mas salto maior ele daria no final daquele mesmo ano, mas essa já é uma outra história.


sábado, 27 de julho de 2013

30 anos do primeiro álbum de Madonna



Em julho de 1983, o mundo ainda vivia "chapado" com o megasucesso do álbum Thriller de Michael Jackson, lançado no final de 1982. Enquanto isso, no dia 27 daquele mesmo mês, chegava às lojas, o primeiro álbum de uma jovem cantora loirinha de descendência italiana e que se tornaria a maior cantora pop de todos os tempos: Madonna.

O primeiro disco de Madonna, que leva simplesmente o nome da cantora - também chamado de "Firts Album" - era o resultado da vivência musical dela, uma combinação de rock, pop e referências da disco music. Já ali, no primeiro disco, através de faixas como "Everybody" e "Physical Attraction", Madonna já era provocativa e mostrava em pequenas doses, a estrela com forte apelo sexual que viria a ser mais à frente. O disco também mostra o propósito de Madonna, o de ser uma cantora especialista em músicas dançantes, uma clara herança dos tempos em que fizera balé e frequentava as discotecas de Nova York no final dos anos 1970, onde conheceu vários DJ’s que seriam de grande valia para o seu início de carreira como cantora.

Acho esse primeiro álbum de Madonna um "discaço". Além de trazer o primeiro hit dela, "Everybody", tem também outros hits certeiros como "Lucky Star", Burning Up", "Boderline" (a minha preferida do disco) e o megahit arrasa quateirão "Holiday". Depois deste bom começo discográfico, Madonna fez uma belíssima sequência de álbuns significativos e muito bons: "Like A Virgin"(1984), "True Blue" (1986) e "Like A Prayer" (1989).

Se no começo, houve quem dissesse que ela não duraria um ano, que ela era uma cantora pop "descartável", o tempo mostrou o contrário. Madonna serviu de modelo padrão de cantora pop bem sucedida, dona do próprio nariz, com completo domínio na condução da sua carreira. Se cantoras como Britney Spears, Jennifer Lopez, Kate Perry, Rihanna, Lady Gaga, Beyoncé e até as nossas Daniela Mercury, Ivete Sangalo e Claudia Leitte são exemplos de estrelas pop bem sucedida, não tenha dúvidas de que direta ou indiretamente se espelharam em Madonna.

Confira a baixo, o clipe de "Holiday", uma das faixas de "Madonna".





sexta-feira, 26 de julho de 2013

quinta-feira, 25 de julho de 2013

terça-feira, 23 de julho de 2013

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sábado, 20 de julho de 2013

sexta-feira, 19 de julho de 2013

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sexta-feira, 12 de julho de 2013

segunda-feira, 8 de julho de 2013

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Safando a popularidade presidencial



 
 A presidente Dilma Rousseff, juntamente com o governador da Bahia, Jaques Wagner e o ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, lançarão a amanhã, aqui em Salvador, o "Plano Safra Semiárido 2013/2014", que atenderá agricultores familiares e produtores rurais do semiárido nordestino e do norte de Minas Gerais.
 
Do jeito que está a popularidade da presidente Dilma, caindo pelas tabelas, é bem possível que ela é quem irá precisar de um plano para salvar a sua imagem, ainda mais que as eleições serão no ano que vem.